O poder de uma marca icônica
Vocês já repararam como algumas marcas são tão icônicas que nem precisam exibir seu logo para serem reconhecidas? Pois é, o McDonald’s resolveu apostar justamente nessa ideia ousada, criando campanhas publicitárias que dispensam o uso do famoso “M” amarelo.
Essa abordagem desafia os padrões tradicionais de marketing e reforça o quanto a marca já está gravada na cabeça de quem consome — afinal, quem não reconhece o Méqui só de ver as cores ou os produtos?
Um lance ousado na França

Durante a reabertura dos restaurantes na França, depois das restrições da pandemia, o McDonald’s lançou uma campanha que chamou muita atenção. Os anúncios traziam os produtos icônicos — como as batatas fritas e o Big Mac — de forma pixelizada, usando 70 quadrados coloridos.
Mesmo sem o logo ou imagens claras, a identidade estava lá. Era impossível não sacar que se tratava do Méqui. A sacada criativa mostrou que a marca já está tão presente no nosso cotidiano que não precisa nem se apresentar.
#RaiseYourArches: a campanha que fala sem falar

No Reino Unido, outra ação genial rolou com o movimento #RaiseYourArches. A ideia? Colaboradores de uma empresa se comunicam sobre ir ao McDonald’s apenas levantando as sobrancelhas — sem mencionar a marca ou mostrar produtos.
Simples, né? Mas também super criativo! Essa campanha reforçou como o McDonald’s consegue transmitir sua mensagem de forma natural e divertida, sem precisar do óbvio.
Méqui: o jeito brasileiro de ser

E aqui no Brasil, claro, o McDonald’s não ficou de fora dessa tendência. A campanha que adotou “Méqui” nas fachadas e nos materiais promocionais foi um sucesso, conectando a marca com o público jovem de um jeito próximo e descolado.
Foi uma sacada genial abraçar o apelido carinhoso que a marca já tinha entre os brasileiros. Isso não só reforçou a identidade, mas também gerou aquele sentimento de pertencimento, sabe?
Uma tendência que veio para ficar?
Quando uma marca constrói uma identidade forte e autêntica, ela pode brincar com os elementos tradicionais da comunicação. O McDonald’s mostrou que, para algumas marcas, o logo é só um detalhe — o reconhecimento vem da conexão emocional que já existe.
Para nós, da geração Z e millennials, que valorizamos autenticidade e criatividade, essas campanhas são um prato cheio! Mas será que outras marcas conseguiriam o mesmo impacto sem seus logos?